A potência de um compressor de ar, expressa em kW, traduz-se sobretudo no caudal de ar que fornece (em litros por minuto ou em m³/min). Escolher a potência adequada significa garantir que o caudal cobre o consumo real da oficina.
Passo 1: listar as ferramentas
Anote cada ferramenta pneumática da oficina e o respetivo consumo de ar, indicado pelo fabricante da ferramenta no manual ou na ficha técnica. As lixadoras e as pistolas de pintura consomem muito; uma chave de impacto consome muito, mas durante pouco tempo.
Passo 2: estimar o que funciona ao mesmo tempo
Nunca funcionam todas as ferramentas em simultâneo. Identifique o momento de maior carga do dia e some o consumo das ferramentas realmente utilizadas nesse instante. É esta procura de ponta que dimensiona o compressor.
Passo 3: acrescentar uma margem
Preveja uma margem de segurança acima da procura calculada: perdas da rede, desgaste e, sobretudo, uma nova ferramenta ou um novo posto nos próximos anos. Um compressor que funciona permanentemente no limite desgasta-se mais depressa.
Passo 4: verificar a pressão
Verifique que a pressão máxima do compressor cobre a da ferramenta mais exigente, tendo em conta a perda de carga da rede. O caudal de um compressor é sempre indicado para uma pressão concreta: compare as máquinas à mesma pressão. Para definir o nível de pressão adequado, veja a que pressão deve trabalhar um compressor de ar.
As referências da gama AIRSTAHL
- De 4 a 7,5 kW: oficinas mecânicas e pequenas oficinas.
- De 7,5 a 11 kW: oficinas de chapeiro e pintura, carpintarias, oficinas com vários postos.
- De 15 a 22 kW: oficinas de pesados, produção, indústria.
- De 30 a 132 kW: unidades industriais que funcionam em contínuo, mediante orçamento.
O caudal de cada modelo consta da respetiva ficha técnica. O mais simples é enviar-nos a lista das suas ferramentas: fazemos o cálculo consigo.
Segundo a sua profissão: Compressor para oficina de chapeiro e pintura, Compressor para carpintaria, Compressor para oficina de pesados, Compressor para centro de pneus.